História

A INTELIGÊNCIA EM TIMOR-LESTE

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historia01Período da Resistência (1975-1999)

A CAIXA

As bases da Inteligência em Timor-Leste situam-se no período da luta da Resistência contra o invasor indonésio, com a formação da “Caixa”, nome dado a um número desconhecido de pessoas cujo principal objetivo era obter dados para apoiar a Frente Armada, a Frente Clandestina e a Frente Diplomática.

Durante 24 anos, os membros da “Caixa” adquiriram experiência operacional no âmbito da recolha de informações por fontes humanas (HUMINT).

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historia02Período Pós-Independência (2002-2006)

SERVIÇO NACIONAL DE SEGURANÇA DO ESTADO (SNSE)

Em setembro de 2002, no período pós-conflito e de reconstrução do Estado, foi feito o primeiro esforço no sentido de criar um serviço de informações de Timor-Leste.

Foi, então, criado o Serviço Nacional de Segurança do Estado (SNSE) e foi desenvolvida a colaboração com os Serviços de Inteligência acreditados em Díli, designadamente da Austrália e de Portugal.

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historia03Anos de Crise (2006-2008)

CRISE MILITAR E POLÍTICA

De abril a julho de 2006, houve uma crise militar e política, que provocou a paralisação massiva do SNSE.

Em 2007, tiveram lugar as eleições presidenciais e legislativas e no ano seguinte, no dia 11 de fevereiro de 2008, ocorreram novos ataques.

Apesar da falta de recursos e das dificuldades, o SNSE manteve-se em funcionamento neste período, numa clara demonstração de responsabilidade e compromisso de muitos dos seus Oficiais para com a instituição e o país.

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historia04Aprovação do quadro legal (2008/2009)

SERVIÇO NACIONAL DE INTELIGÊNCIA (SNI)

No dia 2 de julho de 2008, o Parlamento Nacional aprovou a Lei do Sistema Nacional de Inteligência; no dia 6 de outubro de 2009, o Conselho de Ministros aprovou a Orgânica do Serviço Nacional de Inteligência.

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Reorganização interna e capacitação (de 2009 até à presente data)

CONSOLIDAÇÃO DO SNI

O Serviço Nacional de Inteligência procedeu a uma reorganização interna e facilitou formação especializada aos seus Oficiais, de modo a ter profissionais qualificados que possam desempenhar as suas funções de forma responsável e eficaz.